Professora é presa por engano em escola de Rondônia após erro em processo de Goiás: 'Humilhação'
Um erro em processo judicial de Goiás fez a pedagoga Suelen da Cruz Nunes, de 36 anos, ser presa por engano dentro da escola onde trabalha, em Vilhena (RO), na última semana. O nome dela foi incluído indevidamente no banco de mandados de prisão como devedora de pensão alimentícia.
De acordo com o relato da professora, quando os policiais chegaram, ela estava em aula. Foi retirada da sala e questionada sobre o seu nome, data de nascimento e outros dados. Todos bateram com as informações que constavam no mandado de prisão.
Suelen é professora em duas escolas municipais de Vilhena (RO), divorciada e tem uma filha de oito anos, autista nível 2 de suporte, que mora com ela desde o divórcio. O pai da menina vive no Mato Grosso, tem contato com a criança e paga a pensão regularmente.
O verdadeiro alvo do mandado é uma moradora de Aparecida de Goiânia que tem o nome e sobrenome semelhante ao de Suelen, mas com a grafia diferente.